O que você sabe ao terminar
Tirado da verificação de cada aula: é o que você consegue fazer ou explicar quando chega ao fim.
- Sei que o periódico da equipe é de 24 ou 32 horas, bianual, conforme o plano de emergência e o nível profissional do resgatista.
- Sei que no mínimo 50% da carga é prática e que essa parte é feita em turma presencial.
- Entendi que este curso não substitui a capacitação inicial da equipe.
- Sei que preciso de ASO com aptidão para espaço confinado para participar da turma e compor a equipe.
- Conheço os cinco conteúdos que o plano de resgate deve ter pelo subitem 33.5.20.2.
- Sei que o plano da contratada deve estar articulado com o plano de emergência de quem possui o espaço.
- Sei que o simulado de salvamento é anual e que desvios nele podem exigir treinamento eventual.
- Sei que a NR-33 recomenda a ABNT NBR 16577 para o serviço de emergência e salvamento e que a organização deve consultá-la.
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- Sei que o vigia aciona a equipe e que o supervisor assegura, antes da entrada, que ela esteja disponível e o meio de acionamento operante.
- Sei que informações colher do vigia e do supervisor ao chegar.
- Sei isolar a área e controlar quem se aproxima do acesso.
- Conheço a divisão de funções da minha equipe e sei que ela é prática técnica definida pelo plano, não texto da NR-33.
- Sei que parada pelo botão de emergência não é bloqueio de energia.
- Sei considerar primeiro o resgate sem entrada e quando ele deixa de servir.
- Sei que em atmosfera IPVS só se entra com os equipamentos do subitem 33.5.17.2.
- Sei que nunca devo me tornar a segunda vítima.
- Sei que a atmosfera é a primeira hipótese para uma vítima inconsciente sem causa evidente.
- Sei que a medição é feita de fora, antes da entrada, e continua durante todo o resgate.
- Conheço a faixa de oxigênio do subitem 33.5.15.2 e a condição de causa conhecida e controlada.
- Sei que o detector da equipe precisa de auto-zero e teste de resposta diários, quando utilizados, e calibração acreditada.
- Sei que a ventilação não substitui a proteção respiratória.
- Sei que ventilar com oxigênio puro é proibido.
- Sei que em área classificada os equipamentos elétricos e eletrônicos da equipe devem ser certificados.
- Sei tratar a cena como IPVS quando não há medição confiável.
- Sei que a organização deve ter procedimento de seleção e uso de respiradores para rotina e emergência.
- Sei quais são os únicos equipamentos admitidos em atmosfera IPVS pelo subitem 33.5.17.2.
- Sei que respirador com filtro não fornece oxigênio e não é admitido em IPVS.
- Sei inspecionar meu equipamento antes do uso, seguindo o fabricante e o procedimento.
- Sei que a autonomia real depende do esforço e que o tempo é controlado pela pressão e pelo ponto de retorno.
- Sei que o alarme de baixa pressão é sinal de saída.
- Sei que entro em dupla, com sinais combinados e resgatista de reserva do lado de fora.
- Sei que nunca retiro nem compartilho a peça facial em atmosfera IPVS.
- Sei que a capacidade da ancoragem vem do fabricante ou do projeto, nunca da aparência.
- Sei o que são linha principal e linha de segurança independente e que isso é prática técnica.
- Sei explicar a troca entre força e corda recolhida num sistema 3:1.
- Sei que o atrito reduz a vantagem real e que a ancoragem pode receber mais que o peso da vítima.
- Sei que equipamento que segurou queda sai de uso até a inspeção do fabricante.
- Sei os comandos de içamento do plano e que qualquer um pode mandar parar.
- Sei que o sistema de retirada é montado e conferido antes de qualquer entrada.
- Sei que escada interna não substitui a conexão do resgatista ao sistema.
- Sei conduzir a descida controlada e parar ao primeiro sinal de problema.
- Sei decidir entre retirada sem entrada e entrada controlada quando a vítima está conectada.
- Sei que puxar a vítima por braços ou roupa não é técnica de resgate.
- Sei o que é suspensão inerte e que o plano de resgate deve reduzir esse tempo.
- Sei que acima de 2,00 m com risco de queda a NR-35 também se aplica.
- Sei ler no cadastro as dimensões, as formas de acesso e a geometria do espaço.
- Sei as limitações da máscara autônoma e da linha de ar em espaço estreito.
- Sei que retirar o cilindro das costas só se faz com técnica prevista no procedimento e pelo fabricante.
- Sei usar a linha guia e os sinais por puxão.
- Sei que a dupla mantém contato permanente e que ninguém avança sozinho.
- Sei embalar e arrastar a vítima com tração de fora.
- Sei conduzir a transferência na boca sem soltar a tração antes da hora.
- Sei que espaço que armazena material capaz de engolfar ou afogar é espaço confinado (subitem 33.2.2.2).
- Sei que o controle de energias perigosas inclui alimentação e descarga, com bloqueio individual.
- Sei que nunca se aciona a descarga para liberar a vítima.
- Sei que vítima parcialmente soterrada não é puxada pelo cinturão nem pelos braços.
- Sei os cuidados com líquido, nível variável e agentes biológicos.
- Sei conduzir a triagem pela condição e pelo acesso de cada vítima.
- Sei que, em atmosfera perigosa, a prioridade é retirar a vítima antes de tratá-la, quando isso é seguro para a equipe.
- Sei fazer a avaliação primária em sequência e passar o resultado pelo rádio.
- Reconheço a respiração agônica como sinal de parada e sei por que a RCP, em regra, começa fora do espaço.
- Sei os parâmetros usuais da RCP em adulto e os cuidados com o DEA fora da atmosfera explosiva.
- Sei controlar hemorragia e proteger a coluna dentro do que a minha capacitação permite.
- Sei que a vítima de gás vai para avaliação médica mesmo que pareça bem e que oxigênio só é dado por pessoa treinada.
- Sei quando o plano prevê proteção respiratória para a vítima e que não entrego a minha máscara.
- Sei acionar o serviço médico previsto no plano e o que informar na ligação e na entrega.
- Escolho o dispositivo pela abertura, pela direção de retirada e pela suspeita de trauma.
- Sei aplicar colete de extração e prancha dentro do que a minha capacitação permite.
- Sei quando a retirada rápida prevalece sobre a imobilização completa.
- Sei embalar para retirada vertical e horizontal e conferir tirantes, fivelas e conectores.
- Uso somente os pontos de conexão do fabricante e controlo a maca com cabo-guia.
- Sei organizar a área de transferência e reavaliar a vítima ao chegar a ela.
- Sei fazer a passagem de caso ao serviço médico com horários, leituras e tempos.
- Cuido da temperatura da vítima da embalagem até a entrega.
- Sei que a equipe participa de simulado anual que contemple os cenários previstos no plano de resgate.
- Sei planejar o simulado pelos cenários mais críticos e em condições reais.
- Sei que a entrada no simulado exige PET, avaliação atmosférica e vigia.
- Sei medir o tempo por marcos e compará-lo com o tempo de resposta do plano.
- Sei que o simulado deve gerar evidências e o que registrar.
- Sei que desvio na operação de resgate ou no simulado gera treinamento eventual.
- Sei que o plano e os procedimentos são revistos e que o cenário é simulado de novo depois das correções.
- Sei que a PET é encerrada após a emergência e que nova entrada exige nova PET.
- Sei preservar a cena sem criar risco novo.
- Sei que o equipamento que reteve queda ou recebeu carga de choque sai de serviço até a liberação conforme o fabricante.
- Sei descontaminar e inspecionar o equipamento antes de ele voltar à prontidão.
- Sei que a organização analisa acidentes e eventos perigosos, e contribuo com o relato da equipe.
- Sei cuidar da equipe depois de um evento crítico.
- Sei qual versão do periódico a minha organização adotou e quantas horas de prática terei.
- Sei o que será cobrado na turma prática e que o periódico só vale depois dela e da avaliação.
- Sei os sete conteúdos do cadastro (subitem 33.4.2) e o que cada um significa para o resgate.
- Sei que quem elabora o cadastro e o plano é o responsável técnico e que a equipe executa o plano.
- Sei distinguir o que procurar no cadastro, no plano de resgate e na PET.
- Sei as três situações do subitem 33.4.1.1 que pedem um novo olhar sobre os espaços.
- Sei que um resumo por espaço é prática da equipe e tem de ser revisto junto com o cadastro e o plano.
- Sei que a visita de reconhecimento é feita por fora e que entrada exige PET.
- Uso o croqui para pedir a confirmação de cada bloqueio, ponto por ponto.
- Sei que a equipe não está nos campos mínimos do subitem 33.5.6, mas aparece no modelo do Anexo II e deve estar na PET adaptada.
- Sei que campo em branco ou marcado “não” proíbe a entrada pelo modelo de PET.
- Sei que a segunda via ou a PET digital fica com o vigia, e que é ali que a equipe lê a situação na chegada.
- Sei o que significa estar pronta durante todo o serviço.
- Sei que o abandono vem antes da retirada sem entrada, e esta antes do resgate com entrada.
- Sei que a PET vale por uma jornada, pode ser prorrogada com os requisitos do 33.5.12.1 e nunca passa de 24 horas.
- Sei os requisitos para um vigia acompanhar mais de um espaço e que ele não pode deixar as bocas.
- Sei que a equipe avisa na hora quando deixa de estar pronta.
- Sei que energia perigosa não é só a elétrica: inclui movimento, pressão, vapor, fluidos e produtos nas linhas.
- Conheço as treze etapas do subitem 33.5.14.1 e quais precisam estar feitas antes da entrada.
- Sei o que conferir num bloqueio e numa etiqueta: quem, serviço, data e hora.
- Sei que bloqueio e etiqueta são substituídos na troca de turno e que ninguém não autorizado os retira.
- Sei que parar pelo comando, pela tela ou pelo botão de emergência não é neutralizar a energia.
- Sei procurar a energia armazenada e sei que sem verificação não há liberação.
- Sei que, depois do resgate, os bloqueios ficam até a área ser liberada, e que a retirada segue a ordem do procedimento.
As aulas
Cada aula tem leitura, quiz de fixação e um caderno de campo em PDF para levar ao trabalho.
Como funciona
A plataforma registra o tempo de estudo; quiz respondido e material baixado contam a favor. A avaliação final abre ao cumprir a carga horária de 24 horas.
Questões sobre o conteúdo das aulas; aprovação com 70% de acerto. Não passou? Pode rever as aulas e refazer.
Em PDF, com código de validação, de capacitação, emitido na hora da aprovação.
Individual, por e-mail e senha, sem prazo de expiração do conteúdo. Funciona no celular e no computador.
Nenhum órgão no Brasil aprova, credencia ou registra curso de NR. O certificado é a evidência de que o conteúdo foi cursado; a responsabilidade pelo treinamento e pela autorização do trabalhador é sempre do empregador.
Preço definido pelo professor do curso e sujeito a alteração; o valor cobrado é o mostrado no momento da compra. Cursos NRs — cursosnrs.com.br.